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ESCLARECER CADA BRASILEIRO.


Nosso intuito é de

EVITAR OS MALES DO JOGO.


Nosso valor é

O AMOR.


Nossa ação

É REAL.


Brasil sem Azar e Movimento DesaFORO formam parceria em Brasília

O coordenador do Brasil sem Azar,  Roberto Lasserre, e  as representantes do movimento nacional DesaFORO – Pelo Fim do Foro Privilegiado, Deborah de Andrade  e Beth Dantas, se reuniram ontem (22) em Brasília para discutir propostas de ações conjuntas. O Brasil sem Azar está engajado na luta contra a legalização dos jogos de azar no país enquanto o DesaFORO busca mobilizar a sociedade contra o foro privilegiado.

#FimDoForo

O foro privilegiado é um benefício que diferencia uma pessoa apenas por ocupar cargos no governo. Ele fere o princípio de igualdade e hoje favorece a impunidade – fato consumado de políticos com foro privilegiado raramente são condenados no Brasil. Exigimos o fim do foro privilegiado para políticos e que todos sejam iguais perante a lei. Os ocupantes de cargos públicos devem ser tratados, julgados e, se necessário, punidos igual qualquer outra pessoa.

Um levantamento da Folha com informações fornecidas pelo STF em novembro do ano passado, revelou que existem pelo menos 84 casos que se tornaram ações penais e estavam, em média, há sete anos e oito meses sem um desfecho. Desses, 22 (26%) estão em andamento há mais de dez anos. Outros 37 (44%) superam seis anos. Quatro, ultrapassam 15 anos sem decisão final.

Quando um político investigado obtém cadeira no Congresso ou se torna ministro, um inquérito que começou em primeira instância precisa ser remetido a Brasília e atrasa ainda mais o andamento. Dessa forma, várias ações contra políticos no STF são arquivadas devido à prescrição dos crimes, ou seja, o prazo legal para punição se esgotou. Para estabelecer um comparativo, na Lava Jato, 22 casos já receberam sentença do juiz Sérgio Moro com tempo médio de um ano e seis meses. Por esses motivos, exigimos o fim do foro privilegiado para políticos e que todos sejam iguais perante a lei. Os ocupantes de cargos públicos devem ser tratados, julgados e, se necessário, punidos igual qualquer outra pessoa.

Fonte: DesaFORO



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