Nossa missão é

ESCLARECER CADA BRASILEIRO.


Nosso intuito é de

EVITAR OS MALES DO JOGO.


Nosso valor é

O AMOR.


Nossa ação

É REAL.


Campeão de votos apoia a luta contra os jogos de azar

O vereador mais votado de Goiás, Jorge Kajuru (PRP), é o mais novo parceiro do movimento Brasil sem Azar.

Conhecido por abrir mão das mordomias do cargo, como carro com motorista e cota de combustível, o vereador mais votado de Goiás, Jorge Kajuru (PRP), é o mais novo parceiro do movimento Brasil sem Azar e promete atrair um apoio maciço para a causa. “A partir de agora, tenha o gabinete 44 como uma extensão do Brasil sem Azar”, disse o radialista ao receber o coordenador do movimento, Roberto Lasserre, na Câmara de Vereadores da capital goiana.
Kajuru, que calcula em R$ 2,9 milhões a economia que fez em dois anos para os cofres públicos ao renunciar às regalias, prometeu se entregar “de corpo e alma” à causa. “E quando falo em corpo, é entrega mesmo, porque sei que é para lutar contra gângster, contra o crime organizado, e a gente não tem medo de nada”, garantiu ele, que conta com mais de nove milhões de seguidores em seus perfis nas redes sociais e no site TV Kajuru, onde o número de acessos passa da casa dos vinte milhões.

O coordenador do Brasil sem Azar comemorou a adesão. “Quem ganha é a sociedade. A legalização da jogatina envolve o aumento da lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outros crimes, e também é uma questão de saúde. Mas está sendo tratada a toque de caixa, em ambientes fechados, sem discussão dos custos”, disse Roberto Lasserre. “Enquanto o Brasil está tentando fechar essa porta do crime e do caixa dois, estão tramando para abrir outra porta”, comparou.
“Temos outros que vão entrar nessa briga também”, contou Kajuru. A primeira medida, como novo parceiro do movimento, será marcar uma audiência pública para discutir os riscos e prejuízos dos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional para legalizar a jogatina. “Vamos marcar o debate o mais rápido possível.” O vereador quer que a audiência em Goiânia sirva de exemplo e de modelo, para que todas as câmaras do Brasil façam o mesmo. “O Brasil inteiro deve ficar ligado nessa sintonia do bem. A partir de agora, nós somos plural. Não tem mais singular nessa luta”, resumiu.



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