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Ricardo Gazel aponta falácia sobre benefício econômico dos jogos de azar

O economista Ricardo Gazel, parceiro do Brasil sem Azar, foi um dos palestrantes da nova rodada do Ciclo de Palestras “Legalizar a jogatina é solução para o Brasil?”, realizado no Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Em entrevista à TV Uniceub, Gazel explica como os números dos jogos de azar que envolvem mentiras e gastos nos cofres públicos.

De acordo com o Gazel, o argumento usado pelos defensores dos jogos de azar de que estes geram lucros altíssimos para o Governo é falso. “Na verdade, quando você colhe os números na realidade, o Brasil já arrecada muitos impostos através das loterias”, explica. Utilizando ainda pesquisas americanas para comprovar seu contra-argumento, Gazel aponta que, nos Estados Unidos, “pra cada dólar de benefício, o jogo traz 3 dólares de custo”.

Jogos de azar fora dos cofres

Além dos problemas econômicos, a jogatina também se apresenta como dificuldade social a partir do momento em que o vício e a compulsão levam os jogadores a praticar crimes. O economista relembra que o cenário real dos jogos de azar é muito diferente do representado nos filmes de cassino, que não retratam as tragédias que acontecem por causa dessas compulsões.



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