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Jogatina: dano é maior onde há mais pobreza

Especialista no combate ao crime organizado, o subprocurador da República Guilherme Schel tem muitas histórias para contar sobre os danos da jogatina para a população, especialmente para quem pertence às classes média e baixa. Contrário à legalização dos cassinos, Schelb explica que a maior fonte de renda desses estabelecimentos vem dos caça-níqueis, que ele chama de “crack” do jogo de azar.
“Essas máquinas são perversas para a economia das regiões mais pobres”, diz ele. “Na periferia de Maceió, verificou-se que ocorreu a queda do consumo de pães depois da instalação de máquinas caça-níqueis pela região.” É o fenômeno da transferência de consumo, que ocorre nos locais onde existe a oferta de jogatina e revela que a arrecadação de impostos com a jogatina não vai pesar na balança.
“A possibilidade de jogar provoca uma espécie de canibalização da renda”, explica o economista Ricardo Gazel. Especialista em gestão pública, Gazel afirma que o jogador está apenas desviando para a aposta o dinheiro que ia gastar em comida, roupas e diversão. “Daí se percebe o grande engodo quando os defensores dos jogos de azar anunciam que o governo vai arrecadar mais impostos com a legalização.



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