Nossa missão é

ESCLARECER CADA BRASILEIRO.


Nosso intuito é de

EVITAR OS MALES DO JOGO.


Nosso valor é

O AMOR.


Nossa ação

É REAL.


Presidente da FENAPEF relaciona jogatina e grupos criminosos no Brasil

Um dos parceiros do movimento Brasil sem Azar é a Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF). Seu presidente, Luís Boudens, falou à Tv UniCEUB (Centro de Ensino Unificado de Brasília) sobre a relação entre a deficiência estrutural do País e a formação de grupos criminosos. Para ele, é necessário que as funções de fiscalização e controle sejam bem-definidas tanto com relação à jogatina como de outros crimes.

“Nós hoje temos uma estrutura estatal muito deficiente em relação ao controle e à ficalização de várias áreas da economia brasileira. E essa deficiência ela pode se refletir na criação de novos grupos organizados, grupos criminosos”, declarou Boudens. O presidente completou ainda que se essa estruturação não for ajustada,”o Brasil com certeza vai ter uma grande abertura para o aumento da criminalidade, da lavagem de dinheiro e da corrupção”.

 Custo social da jogatina

O deputado federal Roberto Lucena (PV-SP), autor da requisição pela criação da comissão na Câmara dos Deputados, posicionou-se contra. “O lucro é privado, mas o custo é social. Haverá aumento dos gastos públicos com tratamentos de saúde dos ludopatas [viciados em jogos], assim como com despesas previdenciárias, como auxílio doenças e aposentadorias”, afirmou Lucena.

O deputado Roberto de Lucena (PV – SP) se preocupa com a ampliação do crime e com riscos de saúde ligados à prática do jogo patológico. Ele é um de nossos grandes aliados na luta contra a jogatina no Brasil. #brasilsemazar

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