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Senadores derrubam a jogatina da pauta e projeto vai para CCJ

Por 44 votos a 19, os senadores decidiram que o projeto de lei que legaliza a jogatina no Brasil, precisa ser analisado pela CCJ. (Foto: Reprodução)

Por 44 votos a 19, os senadores decidiram que o projeto de lei que legaliza a jogatina no Brasil, precisa ser analisado pela CCJ. (Foto: Reprodução)

Por 44 votos a 19, os senadores decidiram que o PLS 186/2014, que legaliza a jogatina no Brasil, precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça, no próximo ano. O projeto estava na ordem do dia para votação em plenário, mas foi derrubado da pauta pelos requerimentos dos senadores Magno Malta (PR-ES) e Aloysio Nunes (PSDB-SP), que pediam o encaminhamento para a CCJ, e do senador Randolfo Rodrigues (REDE-AP), que também pedia a retirada de pauta.

“Esse projeto foi aprovado numa sessão da Comissão de Desenvolvimento Nacional que tinha apenas três senadores”, disparou Malta. Evangélico, ele fez uma homenagem a Dom Paulo Evaristo Arns, “defensor dos pobres e oprimidos”, e pediu que os senadores católicos votassem contra a proposta, de acordo com o apelo feito pela CNBB em comunicado público.
A decisão atende às recomendações do Ministério Público Federal para que se avalie com profundidade a relação custo/benefício da propostas, e às reivindicações do Movimento Brasil sem Azar. O economista Ricardo Gazel comemorou a atitude dos senadores. “É preciso analisar a proposta com rigor, pois a decisão afetar a vida de milhões de pessoas.”
A arrecadação adicional, segundo Gazel, vai passar longe dos R$ 25 bilhões anunciados. “Esse valor a mais vai girar em torno de R$ 3 bi, apenas. O dinheiro que vai para o jogo é o que deixará de ser gasto em outras atividades que geram impostos.”


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