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Uniceub terá debate sobre jogos de azar

Estudantes da UniCeub poderão debater sobre os jogos de azar. (Foto: Reprodução)

Referência de qualidade entre as instituições de ensino superior do Centro-Oeste, o Departamento de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) fechou parceria com o movimento Brasil sem Azar para debater a relação custo/benefício da legalização dos jogos de azar com os estudantes. “Trazer os temas nacionais para a discussão e o conhecimento é papel da universidade”, disse a coordenadora do departamento, Simone Roballo. Há 17 anos no comando do setor, a psicóloga disse que vai levar a proposta também para os departamentos de Direito e Jornalismo da instituição.

 

O evento faz parte do Ciclo de Palestras “Legalizar a jogatina é solução para o país?”, lançado pelo movimento Brasil sem Azar, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) e a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). A legalização é objeto de dois projetos de lei que tramitam no Congresso ― o PL 442/91, na Câmara dos Deputados, e o PLS 186/2014, no Senado Federal ―, sob a promessa de que vai trazer R$ 15 bilhões a mais de impostos para os cofres públicos e gerar empregos.
“Num tempo de crise como esse, as promessas são atraentes, mas não passam de um grande engodo”, assegura o especialista em gestão pública Ricardo Gazel. “A diferença na arrecadação não vai passar de R$ 3 bi.” Também não haverá aumento de empregos, diz ele. “Haverá uma migração de consumo e oportunidades. Rico joga no exterior. Aqui, será a classe média, que vai arriscar seu dinheiro nessa atividade e deixar de gastar em outras, onde os empregos, naturalmente, vão cair”, explica.
“A participação dos estudantes de psicologia vai enriquecer o debate”, observa o advogado Roberto Lasserre, coordenador do Brasil sem Azar. “A jogatina provoca problemas graves de saúde, com alto custo social.” A psicóloga e pesquisadora Suely Guimarães afirma que os transtornos de comportamento identificados no vício de jogar exigem cuidados especiais e por isso foram incluídos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no Código Internacional de Doenças (CID). Doutora em psicologia pela Universidade de Kansas e professora do Uniceub, ela alerta: quanto mais perto o cassino estiver do jogador, maior a possibilidade de desenvolver o vício doentio do jogo, a ludopatia. “Os prejuízos atingem a família e a sociedade.”



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